Nano, o nariz do motor de seu carro (até se você não usa FT)

dezembro 21, 2020

O tamanho é reduzido, a importância é grande: este é o FuelTech WBO2 Nano, o leitor e condicionador  da sonda lambda que vai instalado no motor do seu carro. É ele quem faz o aquecimento do sensor e traduz os valores recebidos da sonda para sua ECU ou sistema de datalogger externo. É graças a ele que você saberá se falta ou sobra oxigênio ou combustível na câmara de combustão do motor do seu carro.

Pela exatidão na identificação dos elementos presentes à mistura, o WBO2 Nano recebeu o apelido de nariz do veículo. Seu uso associado à sonda de banda larga possui precisão e velocidade elevada na leitura da mistura. O sensor, instalado no escapamento e que serve para medir a quantidade de oxigênio presente na mistura, vai ligado no WBO2 Nano, que é conectado à bateria para alimentação e aterramento.

“Quando o WBO2 Nano está associado com uma ECU FuelTech, ele pode identificar em qual cilindro está sendo feita a leitura, ser utilizado para correções da malha fechada e informar os valores no log”, explica o membro do suporte técnico FuelTech, Vinicíus Rebello. No entanto, ele pode ser usado mesmo que você não possua uma de nossas injeções: seu funcionamento é o mesmo com injeção original e até carburador.

E aqueles números?

O pequeno WBO2 Nano é menor do que a palma da mão e boa parte de sua área é ocupada por um display com números que podem mudar em ritmo frenético. Parece estranho, mas com a ajuda de um termo muito usado na termodinâmica, entendê-los pode ser muito mais simples do você pensava.

No display, o valor 1 é a quantidade estequiométrica na mistura entre ar e combustível. Ou seja, a mistura perfeita, com as duas substâncias presentes em quantidades idênticas. Valores acima de 1 representam uma mistura pobre, com mais oxigênio do que combustível. Já os valores abaixo disso indicam mistura rica, com quantidade de combustível superior a do oxigênio.

 

Economia, performance, segurança

Outro ponto positivo do WB-O2 Nano é evitar quebras no motor, que podem ser geradas a partir de empobrecimento em demasia da mistura. Para carros carburados, como o VW Rabbit que Tiago Kfouri, o TK do canal Macchina, comprou nos EUA, há um benefício especial: sem ele, seria impossível ter parâmetros numéricos sobre o quão rica está a mistura no motor.

O benefício de seu uso, porém, é notado em todo e qualquer tipo de carro. “Quando ele está associada com a ECU FuelTech, traz economia, performance e segurança. Mas serve para quem tem carburado e quer fazer acerto da mistura ou apenas monitorar números da sonda nas injeções originais”, sintetiza Rebello. Na dúvida, vá de Nano. Seja qual for sua escolha.

Assista mais:

 





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