FuelTech com carburador: é possível?

maio 13, 2021

A injeção eletrônica surgiu para substituir o carburador como equipamento responsável pela alimentação de combustível ao motor. Sendo assim, é possível utilizar uma injeção eletrônica programável da FuelTech num carro ainda carburado? O técnico de suporte da FT, Lucas Klein, tem a resposta na ponta da língua: “é claro que pode!”. Veremos aqui o porquê.

Com a evolução obtida ao longo do tempo, a ECU, afinal, passou a servir para muito mais do que somente controlar a quantidade de combustível que chega até a câmara de combustão. Hoje, é possível usar um módulo FuelTech para monitorar e controlar funções do motor, como ponto de ignição, monitoramento da pressão de óleo e combustível e o uso do BoostController

 

Outra vantagem está na proteção oferecida ao equipamento. Na ECU FuelTech, é possível configurar diferentes formas de proteção ao motor, por excesso de RPM, pressão, temperatura ou aviso de pressão mínima e máxima de óleo e combustível. Assim, a ECU emite alertas em sua tela e pode colocar o motor em modo de proteção ou até desligá-lo, conforme a preferência do usuário.


DTC: A mistura na prática


Um caso clássico de uso da fórmula FuelTech + carburador está na categoria de arrancada Dianteira Turbo C (DTC - clique aqui e saiba mais), em que os carburadores ainda predominam - embora seja permitida a injeção eletrônica monoponto, ou seja, com somente um bico injetor. Pelo regulamento, o uso do distribuidor e o acionamento do BoostController apenas por botão são obrigatórios, o que aumenta a importância das funções oferecidas pelo módulo FT. 

O piloto Maurício de Leon, da equipe Guadalajara2 de Pelotas (RS), optou, por exemplo, em usar no seu VW Gol carburado uma ECU FuelTech FT400 com WB-O2 Nano. “Mesmo que a configuração seja mecânica, com o aumento e diminuição da giclagem do carburador, ou seja, com o aumento da passagem de ar e combustível, é possível fazer o monitoramento através de uma sonda de banda larga, tornando a mistura ideal para o projeto”, ensina Lucas Klein.


Rabbit, um carburado com FuelTech nos EUA


Outro exemplo de aplicação bem sucedida de módulo FuelTech num carro carburado foi feito por Tiago Kfouri, o TK, nos EUA: ele adquiriu um VW Rabbit GTI, com WB-O2 Nano e gerenciamento eletrônico comandado por uma FuelTech FT450. Assim, os mapas de ignição são controlados pela ECU, que apresenta datalogger com temperatura de ar, motor, óleo e combustível e pressão de combustível e óleo, confira mais informações no vídeo abaixo: 


 



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